Projecto MEDEA

Medição de Campos Eléctricos e Magnéticos no Meio Ambiente

Ciência - Breve história das ondas electromagnéticas

 

Os estudos da luz (óptica) e dos fenómenos eléctricos e magnéticos (electromagnetismo) são muito antigos. Foram-se desenvolvendo em paralelo até que, em 1845, Michael Faraday estabeleceu a relação entre o electromagnetismo e a luz, ao descobrir que a direcção de polarização de um feixe de luz podia ser modificada por um campo magnético intenso.

 

No entanto, foi James Clerck Maxwell que, a partir de uma brilhante síntese de todos os conhecimentos acumulados sobre os fenómenos electromagnéticos num conjunto único de belas equações matemáticas, mostrou que as ondas electromagnéticas se propagam no vácuo à mesma velocidade de propagação da luz naquele meio. A conclusão era óbvia: a luz é uma perturbação electromagnética.

 

Maxwell viria a morrer antes da confirmação experimental da sua teoria electromagnética. Essa tarefa coube a Hertz, que confirmou a existência de ondas electromagnéticas, produzindo-as e detectando-as, através de um série de experiências publicadas em 1888.

 

Com o desenvolvimento posterior da Mecânica Quântica, em que se destacam Plank (1858-1974) e Einstein (1879-1955) a luz e, por consequência, toda e qualquer radiação electromagnética, passa a ser interpretada com base numa teoria corpuscular. Segundo esta teoria a radiação electromagnética é constituída por partículas, os fotões, que transportam uma energia E = h n , onde n é a frequência da radiação e h a constante de Plank.

 

                  

Caixa de texto: M. Faraday
1791 - 1867
   Caixa de texto: J. C. Maxwell
1831 - 1879
   Caixa de texto: H. Hertz
1857 - 1894

Caixa de texto: Voltar