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Projecto MEDEA |
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Medição de Campos Eléctricos e Magnéticos no Meio Ambiente |
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Conclusões
Sabe-se que a radiação electromagnética de baixa frequência é não-ionizante. Assim, por mais intensa que seja, não poderá ionizar as estruturas químicas que constituem os seres vivos. Os efeitos biológicos destas radiações sobre os tecidos vivos são, essencialmente, térmicos. De qualquer modo, a ciência não põe de parte a possibilidade da ocorrência de outros efeitos, ditos não térmicos, continuando a investigar as hipotéticas relações causa-efeito sugeridas por várias comunidades. Por outro lado, muitas destas questões seriam evitadas com um correcto planeamento urbanístico dos espaços habitados pelo Homem.
Com este trabalho mostra-se que a discussão das questões suscitadas pelo progresso tecnológico actual, envolvendo a acção do Homem sobre o ambiente, carece de uma forte formação científica básica por grande parte de todos os intervenientes. Mostra, também, que no caso particular dos fenómenos electromagnéticos de baixa frequência:
· a distância dos aglomerados populacionais às fontes geradoras de campo é essencial; · nos espaços onde efectuámos medições, não são excedidos os valores limite recomendados e impostos pelas organizações nacionais e internacionais responsáveis por esta área.
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